Rompendo
em fé com os Núcleos Familiares
“Se diante de mim não se
abrir o mar... Deus vai me fazer andar por sobre as águas”...
“Rompendo em fé” talvez seja o meu cântico preferido, não só
pela belíssima melodia, mas pelo conteúdo de sua letra.
Freqüentando o Núcleo Familiar Centro Cívico há mais de oito
anos posso afirmar que, nesse tempo, por todas montanhas e
vales, desertos e mares que atravessei, nunca estive só.
Aprendi que Deus se faz
presente em espírito e em verdade, a todo momento, revelando-se
no amigo presente, no preletor, nos pastores, nos convidados e
alcançando os ausentes. No aconchego do lar, ora de um ora de
outro, podemos abrir nossos corações, trocar experiências,
dividir alegrias e tristezas, orar, cantar e aprender qual seja
a boa e perfeita vontade de Deus para nossas vidas.
Muitas têm sido as
bênçãos recebidas, materiais e espirituais, além da certeza de
pertencemos a uma só família... a família da fé, que espelha o
amor de Deus e com quem podemos contar em todos os momentos de
nossas vidas.
Patrícia Moreira
Núcleo Centro Cívico
Publicado em 5/abr/2007
Núcleo Familiar cheio de amor
Nossas famílias são de
tradição Católica Romana, meio no qual passamos a maior parte da
vida. No entanto, por causa da nossa sede de conhecimento e
crescimento espiritual, ficamos cada vez mais insatisfeitos. Até
que nossa religião passou a ser feita de tradição e atos
sociais. Assim, compelidos pelo desejo de conhecimento
espiritual e relação com Deus, procuramos outra igreja:
Quadrangular, Batista e outras. Gostamos de todas... Mas, não o
suficiente.
Enquanto isso, fomos
convidados por várias semanas seguidas para uma tal reunião de
Núcleo Familiar. Não demos ouvidos. Mesmo diante de nossas
negativas, o César e a Beatriz, semanalmente, renovavam o
convite. Santo Deus! Essa reunião deve ser muito boa, vocês não
desistem nunca! “O que é que vocês fazem
nessa reunião?” “Cantamos, oramos, estudamos um pouquinho e
depois... comes e bebes”.
Tivemos uma grande surpresa! Na
chegada, todas as senhoras vieram abraçar e dar boas-vindas à
Lucélia. De minha parte, fiquei impressionado pela alegria
espontânea, cortesia e delicadeza de todos. Vi que ali estavam
discípulos de Jesus. Aquela sala estava cheia de amor! Anos depois, um estranho
me disse, emocionado, que “Jesus encheu aquele lugar de puro
amor, para nós vermos”. E nós vimos! Não demorou muito e
pedimos para fazer a profissão de fé. Ainda hoje nossos corações
estão cheios de gratidão, pela nova vida que vivemos.
Manuel e Lucélia Serpa
Publicado em 12/abr/2007
"... Sela a lei no coração dos discípulos." (Is 8:16)
Deus tem um propósito na vida de cada um de nós. É incrível como
Ele trabalha em nossas vidas! Dois acontecimentos marcaram
profundamente a minha infância: a participação numa Escola
Bíblica de Férias e um cântico que jamais esqueci: “Soldado De
Cristo Eu Sou“! Apesar de meu pai ser de família presbiteriana e
minha mãe de outra crença, o único ensino que tive de Deus foi o
hábito de fazer oração antes de dormir, ensinado por ela.
Depois de adulta, passando a morar em Curitiba, comecei
a freqüentar esta Igreja aos domingos, no culto das dezenove
horas. Foi quando o Espírito Santo começou a trabalhar em meu
coração, e o interesse pela obra do Senhor foi aumentando cada
vez mais. Passei a freqüentar a Escola Dominical, fiz a pública
profissão de fé, até chegar aos Núcleos Familiares, passando de
criança em Cristo para ser amadurecida na Palavra,
compartilhando com cada um dos irmãos momentos de alegria,
tristeza, carinho e amor.
Diz a Palavra: “... aprendei de mim” (Mateus 11:29), o
que significa que devemos ter disposição em aprender de Jesus,
ter compromisso com a sua causa. Só então deixamos de ficar de
braços cruzados, apenas assistindo. Deus quer que sejamos
instrumentos nas mãos dele para levar as Boas Novas às pessoas.
A união faz a força! Uma vara de bambu isolada quebra-se
facilmente, mas um feixe junto é bem mais difícil de quebrar.
Que privilégio! Sermos convocados para fazer parte do Exército
de Deus, e não podemos deixar escapar esta grande oportunidade,
o de selar a sua Lei em nossos corações e sermos soldados no
exército de Cristo.
Vilcéia Targine Pinto
Publicado em 21/abr/2007
A calorosa receptividade dos núcleos
Não é raro ouvirmos pessoas reclamando como foram friamente
recepcionadas em algumas igrejas que visitaram. Elas contam que
entraram e saíram sem serem cumprimentadas ou contactadas por
absolutamente ninguém. Este é um lamentável fato que não deveria
acontecer, mas acontece.
Por outro lado, todos podemos cooperar para que tal
situação não venha a ocorrer em nossa amada Igreja Presbiteriana
de Curitiba. Não é muito difícil prestar atenção aos visitantes
no momento em que são cumprimentados pelo pastor durante a
celebração e procurá-los à saída do templo, após o culto.
Emprestar a Bíblia ao visitante durante a pregação,
dirigir-se a ele sempre com um sorriso, perguntar se sentiu-se
bem em nosso meio e convidá-lo para voltar são atitudes simples,
mas de poderosos efeitos!
Além disso, falar ao visitante sobre nossos Núcleos, e
mais do que convidá-lo para uma reunião, ir buscá-lo em sua
residência e apresentá-lo aos seus integrantes, certamente irá
fazê-lo sentir-se tão bem recebido entre nós como em nenhum
outro lugar.
Como preletora em nossos Núcleos, tenho experimentado,
juntamente com outros irmãos e irmãs, a calorosa hospitalidade
de muitos lares de membros queridos de nossa Igreja.
Convido você, que ainda não se integrou a um Núcleo,
que o faça e conheça a receptividade de nossas famílias. E, como
membro da Igreja, não fique esperando ser procurado, mas vá até
as pessoas, estimulando-as a participar, para que também
desfrutem destes maravilhosos sentimentos.
Ruth Cesar Figueira
Publicado em 27/abr/2007
"Alegrei-me quando me disseram: vamos à casa do Senhor" (Sl 122:1)
Ir a Igreja é muito bom!!! Antes de tudo é bom porque podemos
adorar, glorificar e louvar ao nosso Senhor com os nossos
irmãos.
Outro aspecto interessante é a oportunidade de
fraternalmente em Cristo convivermos como uma grande família,
onde nos alegramos com as vitórias do nosso próximo e nos
entristecemos quando alguma coisa não vai tão bem.
Por vezes nosso horizonte geográfico de fraternidade
fica limitado ao nosso templo, que é por certo muito agradável.
No entanto nossa Igreja tem extensão muito maior. Ela
passa pelas residências por meio dos Núcleos Familiares, chega
aos bairros pelas nossas congregações e demonstra o amor ao
próximo por nossas entidades assistenciais.
Se você não freqüenta um Núcleo Familiar, não conhece
nossas congregações ou nossas entidades, você não conhece toda a
Casa do Senhor. Fica aqui o mais especial convite para que você
conheça o Lar Hermínia Schleder, que abriga mais de 20 crianças
no regime casas-lares e a Creche Miriam, com mais de 120 alunos,
referência municipal no atendimento e assistência à maternidade
e à infância. Tenho certeza que você ficará muito surpreso e tão
ou mais feliz do que o salmista. Medite sobre este versículo:
“aqui está quem é maior que o Templo” (Mt 12:6).
Presb. Zeca Marcondes
Publicado em 4/mai/2007
"Aquele que completou a boa obra em vós há de completá-la." (Fl 1:6)
Sabemos
que Deus começou boa obra em nós e que irá completá-la até o dia
da volta de Cristo, mas como é delicioso poder testemunhar o
desenvolvimento dessa obra na vida de tantos irmãos e irmãs e em
nós mesmos.
Temos provado desse privilégio em nossos Núcleos.
Podemos ver e ouvir testemunhos de pessoas que tiveram um encontro real com Cristo, de pessoas que foram
moldadas no caráter, de pessoas que provaram de milagres no
campo físico, emocional, relacional, intelectual, financeiro,
etc. Temos observado famílias inteiras sendo moldadas por Deus e
vivendo uma vida de gratidão por tão grande obra que Ele mesmo
tem realizado.
Nossos testemunhos são para honra e glória do nosso
Deus, e para fortalecimento daqueles que tem passado por tempos
difíceis. Nos Núcleos temos a chance de compartilhar nossas
dificuldades, nossas lutas e nossas vitórias, pois cremos num
Deus que tudo faz para o bem de seus filhos (Romanos 8:28).
Como pastor e preletor, participando semanalmente do
GEBJ (Grupo de Estudos Bíblicos dos Jovens) e ocasionalmente em
outros Núcleos, vejo a grandeza do poder e mover do nosso Deus
em todas as faixas etárias. É indescritível o sabor que provamos
quando estamos juntos e participamos do crescimento das pessoas
que estão ao nosso lado.
Participe conosco nesse processo de crescimento e
aperfeiçoamento de Deus em nossas vidas através dos Núcleos.
Vamos lutar e vencer juntos em Cristo Jesus..
Rev. Wladimir de Moura
Publicado em 11/mai/2007
A adoração extravagante
Segundo
o dicionário Aurélio, extravagante é o que se afasta do
habitual, do comum; é singular, original e extraordinário. Um
exemplo de adoração extravagante foi o que Maria ofereceu,
quando “pegou um frasco de nardo puro, que era um perfume caro,
derramou sobre os pés de Jesus e enxugou com os seus cabelos” (Jo
12:3 - NVI). Talvez o perfume fosse seu bem mais precioso. Para
os observadores, o gesto não tinha sentido, afinal, ela poderia
vendê-lo e ajudar os pobres. Mas Maria sabia de quem eram
aqueles pés.
Precisamos conhecer Aquele a quem adoramos, e um bom
começo é, humilhados e prostrados aos Seus pés, dispormo-nos a
segui-Lo e a obedecê-Lo. Temos compartilhado e aprendido de Deus
em nossos grupos, e tem sido um tempo muito rico. Como
participante do GEBJ, posso afirmar que as discussões,
testemunhos, dificuldades e estudos compartilhados têm servido
como ingredientes fundamentais na caminhada de fé e no
relacionamento com outros irmãos. E é uma bênção crescermos e
nos fortalecermos como Igreja do Senhor! A adoração é o
resultado daquilo que desenvolvemos no íntimo, buscando conhecer
e estar mais próximos do Pai.
Maria trouxe o seu bálsamo. Uns têm em sua adoração a
ênfase do ensino, outros a de servir ou a de cuidar de vidas. As
diferentes “ênfases” nos tornam membros uns dos outros e, não
importa o quão diferente possa ser uma da outra, a mensagem é
sempre a mesma: hoje, o túmulo está vazio por causa do imenso
amor do Pai.
Natascha Abramczuk Vieira
Publicado em 21/mai/2007
Os Núcleos cooperam para o crescimento espiritual
Quando chegamos a Curitiba,
minha família e eu chorávamos
com saudades de nossa terra. Mas
sabíamos que o Senhor afirma em
sua Palavra: “Ao anoitecer, pode
vir o choro, mas a alegria vem pela
manhã” (Salmo 30:5b). Assim,
encontramos a Igreja Presbiteriana
Central de Curitiba como resposta
de oração.
Chegamos num sábado do mês
de janeiro, e no domingo fomos à
igreja assistir à Escola Dominical.
Ao término perguntamos ao pastor
sobre a programação, e junto dele
estava um irmão que nos convidou
para fazer parte do Núcleo.
Assim, quando os Núcleos
retornaram à atividade, fomos à
primeira reunião. Desde então
temos freqüentado assiduamente
as reuniões, e podemos dizer que
eles nos ajudaram a crescer
espiritualmente, através do estudo
da Palavra e do compartilhar com
os irmãos.
Temos visto o poder do
Espírito Santo a cada semana,
quando somos encorajados a viver
no cotidiano o amor de Deus
compartilhado com os irmãos.
Nos Núcleos compartilhamos
preocupações, experiências,
inquietações, com a grande
diferença de termos alguém que
nos ouve e nos ajuda a levar os
nossos fardos (Jesus é o nosso
irmão).
Através das nossas vidas, do
nosso testemunho e da nossa
união podemos declarar que o
Senhor faz a diferença. Desta
forma podemos ser verdadeiras
testemunhas na vida dos
descrentes. Que os nossos
Núcleos continuem trabalhando
para o crescimento do Reino de
Deus através da Palavra e do
testemunho vivo de todos nós.
Silvana Cristina T Fernades
Publicado em 2/ago/2007
Viver em comunhão
Os difíceis problemas da
convivência humana são
resolvidos na comunhão que
vivemos como comunidade cristã.
Fomos chamados para viver em
paz, como membros de um só
corpo (Cl 3:15). A comunhão com
Deus e uns com os outros é a
essência da vida cristã.
A profunda convicção de que
somos eleitos, santos e amados de
Deus nos dá segurança e
condições de viver em comunhão
com Ele e com os irmãos, de tal
maneira que nos tornamos sinal do
Reino de Deus no mundo.
O grande amor de Deus foi
revelado em seu Filho Jesus Cristo
através de seus ensinos e suas
obras. Quanto mais crescemos na
graça e no conhecimento de Jesus
(2 Pe 3:18), mais nos revestimos
de seu caráter e mais nos
parecemos com Ele.
O caráter de Jesus se revela
em nós através das virtudes que
dão o tom da nossa comunhão
com os irmãos e as irmãs na
comunidade cristã.
Como igreja do Senhor, somos
convocados para viver na grande
comunidade do Corpo de Cristo,
em perfeita paz, harmonia e amor,
que é o vínculo da perfeição (Cl
3:14).
Os Núcleos Familiares têm
suprido a dificuldade que
encontramos, muitas vezes, de
viver em comunhão em nossas
igrejas. Neles podemos chorar
com os que choram e nos alegrar
com os que se alegram (Rm
12:15), e dizer como o salmista:“Como é bom e agradável viverem
unidos os irmãos” (Sl 133:1). Que
Deus continue a nos abençoar.
Sem. Roberto Faust
Publicado em 17/ago/2007
Os núcleos nos ajudam a não perder o pique!
Eu sou membro de nossa igreja
desde que nasci, há 37 anos!
Atualmente, além de exercer o
diaconato, participo do Conjunto
Semeadores e sirvo como preletor
nos Núcleos Familiares.
Minha esposa Gilmara, minha
filha Natália e eu integramos o
Núcleo Hauer, e temos vivido
momentos de grande prazer por
poder compartilhar experiências,
aprender mais a respeito do
Senhor e conhecer novas pessoas.
Apesar dos estudos serem
dirigidos para adultos, Natália - de
6 anos - sempre presta bastante
atenção, e volta e meia acaba
fazendo várias perguntas sobre o
que foi estudado, demonstrando
que o Espírito Santo está agindo
também sobre sua vida.
Quem ainda não está integrado
nos Núcleos não sabe quantas
bênçãos está perdendo. A
oportunidade de estudar e
conversar sobre a Bíblia no meio
da semana ajuda a não perdemos
o pique entre um domingo e outro.
Como estamos em grupos
bastante informais, há a
oportunidade de aprendermos
juntos, contar e ouvir experiências
e esclarecermos aquelas dúvidas
que sempre ficam.
Além disso, temos a
oportunidade de conhecermos
mais a fundo as pessoas da nossa
comunidade. Nos momentos que
passamos em oração podemos
sentir que a mão de Deus está
sobre nós, nos consolando e
abençoando.
Sei que no início é bastante
difícil criarmos o hábito de sair de
casa nas noites durante a semana,
mas depois, se faltamos, sentimos
que alguma coisa não está certa!
Integre-se, venha desfrutar desta
bênção você também!
Diac. Carlos Augusto Schimidt
Publicado em 6/set/2007

Os núcleos são novas portas abertas de comunicação com Deus
Freqüento esta Igreja há sete
anos, mas me tornei membro
comungante em 2002 e participo
do GEBJ (Grupo de Estudo Bíblico
Jovem) desde então. Logo após,
passei a participar dos cultos da
UMP e comecei a me envolver nas
atividades da Igreja.
Há cerca de um ano e meio
atrás, o Presb. Cid Aimbiré, então
na direção do ministério, me
convidou para prelecionar em
alguns Núcleos Familiares. A partir
daí fui escalada para falar em
outros Núcleos, como Pilarzinho,
Ahú, Santa Quitéria e Vila Fanny.
Os estudos bíblicos dos
Núcleos têm sido muito
abençoadores. Deus tem falado
ao meu coração a cada momento,
nas orações, no estudo em si e
também no tempo de comunhão
que temos ao final.
Sinto Deus se mover nos
estudos e nas coisas que Ele tem
para tratar no meio do seu povo,
curando as partes do Corpo que
precisam de cura, aliviando o peso
de outras, compartilhando as
alegrias da vitória de outros
também.
Deus tem se revelado a nós em
cada pedacinho das nossas vidas
e é muito bom ter um tempo na
semana pra poder compartilhar
disso com os outros jovens.
Ao se integrar num Núcleo,
você abre mais uma porta de
comunicação para Deus. Ele
continuaria falando se você não
fizesse parte dos grupos, mas é
tão melhor poder ouvir o que Deus
tem pra minha vida da boca de
gente que me ama, me conhece,
quer o meu bem e quer crescer na
vida com Deus tanto quanto eu!
Se dê a chance de ouvir Deus
de formas novas, através de
pessoas novas e descubra como é
bom ser abençoado pela família
que Deus escolheu pra você.
Dafny Silveira Sondahl
Publicado em 6/set/2007

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