Pressionados como os diamantes
Comentário:
O processo de origem do diamante é tão fascinante quanto o de sua lapidação: Carbono é cristalizado sob
altas pressões e temperaturas, nas mais profundas entranhas da terra, por bilhões de anos. As pedras são
trazidas à superfície por erupções vulcânicas e permanecem incrustadas nas rochas até que sejam extraídas
e talhadas. Pensemos: Se a pressão da terra torna um elemento químico em uma jóia brilhante, que efeitos a
pressão dos desafios desta vida provoca em nós? Estudemos, sob este prisma, como o apóstolo Paulo
descreveu, com agudeza, em 2 Coríntios 4:7-11, suas próprias lutas em períodos de dificuldade.
1. Pensando no processo de cristalização do carbono, observem o versículo 7, comparem-no com Jó 23:10b e
respondam: (a) Quais as diferenças e similaridades entre o diamante, o barro e o ouro? (b) Qual é o contraste
entre o tesouro e o vaso de barro que o contém que o apóstolo deseja mostrar?
2. Nos versos 8-9 Paulo descreve, generalizadamente, seus sentimentos; leiam, na mesma carta, o trecho de
11:23-33 e, descubram: (a) Que experiências o levaram a se sentir assim? (b) Que lição podemos extrair para
nossa vida das expressões "em tudo somos" e "porém não" que ele usa repetidamente?
3. Observando os versos 10-11, reflitam: (a) Paulo conclui seus apontamentos positiva ou negativamente? Por
quê? (b) Identifiquem o paralelismo que há entre as expressões destes dois versos e o que isto significa para
nós, no cotidiano, em termos de encorajamento da parte de Deus.
Rev. Oslei do Nascimento
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