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Pioneiros da Evangelização no Paraná

A primeira tentativa de trazer o Evangelho ao Paraná, pela Igreja Presbiteriana, é atribuída ao Reverendo José Manoel da Conceição, ex-padre, vindo da cidade de Castro, onde sua irmã era professora.

Pelos idos de 1878, o Sr. João Antunes de Moura, presbítero de Faxina, atual Itapeva, veio ao Paraná, como colpotor (distribuidor de Bíblias e literatura religiosa). Chegou até Guarapuava não tendo encontrado muitas pessoas interessadas em adquirir os referidos livros; não desejando voltar com a sua carga, vendeu-a a um negociante que, apreciando o papel e a encadernação dos livros, achou-os muito baratos.

Em 1883, o Rev. Antônio Pedro de Cerqueira Leite escrevia:

"Nesta minha viagem tencionava penetrar no Paraná e pregar nas cidades de Castro e Ponta Grossa, mas o tempo era impróprio, por ser inverno. Tive, porém, o prazer de receber um abaixo-assinado, firmado por nove pessoas, que de Castro me pediam que fosse lá pregar".

Em agosto do mesmo ano, depois de reunião anual do Presbitério, este dedicado ministro do Evangelho veio a falecer, não podendo atender à referida solicitação atribuída ao Sr. José Rodrigues Lagos que, tendo noções da Palavra de Deus através de sua mãe e pela leitura da Bíblia e de alguns exemplares da "Imprensa Evangélica", desejando maiores esclarecimentos religiosos, fizera convite ao Rev. George Chamberlain que, também, não pode vir.

O Rev. Alexander L. Blackford, agente da Sociedade Bíblica Americana, também visitou o Paraná, acompanhado de um colpotor, e fez uma conferência em Curitiba, onde conseguiu espalhar diversas Bíblias e Novos Testamentos, tendo encontrado alguma simpatia.

No ano de 1884, no dia 12 de junho, em companhia do Sr. João Antunes de Moura, de Faxina, o Rev. Roberto Lenington, membro do antigo Presbitério do Rio de Janeiro, chegou em Tibagi, encontrando ali o Sr. Antônio Pinheiro, que era colpotor da Sociedade Bíblica de Londres. Foram recebidos pelo casal José Rodrigues Lagos e Sebastiana B. de Macedo. Houve um bom trabalho evangelístico de visitação às casas da cidade, e pregação todas as noites até o dia 18. Os primeiros a fazer a sua pública profissão de fé foram José R. Lagos e D. Sebastiana B. de Macedo, havendo outras decisões, permitindo a organização da Igreja de Tibagi (a 7/12/1884), arrolando Delfino Ribeiro dos Santos, Carolina Rosalina dos Santos, Fortunata dos Santos, Maria Leopoldina Schneider, Manoel Benedito Pimentel e Armando M. Fernandes.

Em companhia do Sr. Lagos, o Rev. Lenington visitou a localidade de Fundão (atual distrito do Município de Piraí do Sul), a dez léguas de Castro, onde a Bíblia era conhecida através do trabalho de um colpotor. Nesta localidade foi organizada a primeira Igreja Presbiteriana, em 26/10/1884.

Quatro anos depois da organização destas Igrejas pioneiras do Paraná, os seus membros foram arrolados nas Igrejas Presbiterianas de Curitiba e de Castro, quando da sua organização.

Ainda em 1884, na companhia do Sr. José Rodrigues Lagos, seguiu para Guarapuava, onde encontrou muitas dificuldades para conseguir um lugar onde pudesse anunciar o evangelho. Um dos líderes da Maçonaria, o Tte. Francisco de Paula Pletz, conseguiu uma sala para o missionário dizendo, entretanto, que não se interessava pelas reuniões.

A Igreja Presbiteriana de Guarapuava foi organizada em 17 de fevereiro de 1889.

Em 1885, o Rev. Lenington fez a sua terceira visita a Guarapuava, onde quatorze a quinze pessoas queriam fazer a sua profissão de fé.

O Rev. Landes visitou também Palmeira, Cupim, Campo Largo, São Luiz, Ponta Grossa, Castro, Tibagi, Assungui, Guarapuava e outros lugares. Na referência anterior se acrescenta:

"O Rev. Landes continuou a trabalhar na Capital e na colônia Dona Venância por quatro meses ou mais, sem notar interesse ou oposição ao seu serviço."

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O Presbiterianismo em Curitiba

Em fins de setembro de 1885, depois da reunião do Presbitério do Rio de Janeiro, os Revs. Robert Lenington e George Anderson Landes fizeram uma viagem evangelística de São Paulo ao Paraná, visitando Fundão, Tibagi, Ponta Grossa, Palmeira. São Luiz e Curitiba, pregando em todos estes lugares.

O Rev. Landes fixou-se em Curitiba.

Num relatório do Rev. Lenington se diz:

"O povo de Curitiba era indiferente às cousas religiosas; em algumas ocasiões não houve nos cultos senão o Rev. Landes e sua família, que se reuniam à rua do Rosário, em salão alugado (Salão Motzko)".

Em março de 1886 houve início de alguma oposição à pregação do Evangelho em Curitiba. O Pe. João Evangelista Braga, Vigário Geral, expediu uma circular aos párocos de todo o Estado e publicou-a nos jornais da Capital, condenando o movimento presbiteriano.

Voltando o Rev. Chamberlain para São Paulo, o Rev. Landes fica só para atender a todo o campo evangelístico no Paraná.

No ano de 1887, consta que nesta província havia duas igrejas, de Fundão e de Tibagi. O Rev. Landes pediu permissão ao Presbitério para dissolver estas Igrejas, fazendo de seus membros outras duas; sendo concedida esta licença, foram organizadas as igrejas de "Coritiba" e de Castro. Acrescenta a informação que, no ano findo, professaram no extenso campo do Rev. Landes sessenta e duas (62) pessoas e foram batizadas quarenta e (40) crianças.

Em maio do mesmo ano, em Recife, Pernambuco, foram ordenados para o santo ministério do Evangelho, os Srs. João Baptista de Lima, José Primênio da Silva e Belmiro de Araújo Cesar, que fizeram os seus estudos preparatórios e teológicos sob a direção do Rev. John R. Smith.

O Rev. Primênio candidatou-se ao pastorado da Igreja de Curitiba, oferecendo-se para visitá-la em 1897; o Rev. Belmiro A. Cesar, era pai do Rev. Luiz Lenz de Araújo Cesar, um dos pastores desta Igreja nas décadas de 1920 a 1940.

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A Igreja Ganha Personalidade Jurídica

No dia primeiro de novembro de hum mil oitocentos e noventa e três (1/11/1893), no salão à Rua Aquidaban (atual rua Emiliano Perneta) nº 6, realizou-se a primeira reunião da ASSEMBLÉIA GERAL da Igreja Presbiteriana de Curitiba, presidida pelo Rev. George Anderson Landes, e secretariada pelo Rev. Modesto Perestrello de Carvalhosa, sendo os fins da convocação os seguintes: obter a sua "individualidade jurídica", e tratar da edificação de um Templo.

O Rev. Thomas Jackson Porter apresentou um projeto de Estatutos da Igreja, encaminhando a uma comissão constituída pelo mesmo e Sr. João Antônio dos Santos.

"Foram então apresentadas à Assembléia duas plantas de templos, sendo uma graciosamente feita em parte pelo engenheiro Ernesto Guarta e, em parte, na Escola de Artes e Indústrias, e outra pelo construtor Carlos Neumann, e resolveu-se adotar a última para o templo que esta Igreja pretende erigir nesta cidade para o culto de Deus".

Resolve-se, também, começar a edificação deste templo empregando-se o dinheiro que a Igreja possuía, bem como os demais recursos (coletas e donativos) arrecadados. Promove-se uma subscrição entre os membros da Igreja e mais amigos do Evangelho, para fins da construção.

Na reunião seguinte da Assembléia Geral foram aprovados os Estatutos da Igreja, cujo extrato foi publicado no jornal "A República" (19/11/1889), sendo impressos 300 exemplares dos mesmos (na Tip. da Cia. Imp. Paranaense). Assinaram o documento os membros da Mesa Diaconal (5), os membros presentes (69) e nomeados os ausentes (15). Total do rol - 89.

(Estatutos Registrados no Cartório do Dr. Flávio Ferreira da Luz, Reg. 740, de 30/03/1918).

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Primeiro Pastor Eleito

Em reunião da A. Geral (1/2/1897), optou-se pela eleição do pastor e restringindo a indicação dos candidatos a dois nomes apenas - dos Revs. Erasmo Braga e José M. Higgins; dezesseis (16) votos foram dados ao primeiro e trinta e seis (36) ao segundo, aprovando-se por unanimidade o convite ao Rev. José M. Higgins.

Nasceu em Barra do Piraí, Estado do Rio, em 1874, estava com 23 anos de idade, formado pelo Seminário Teológico de São Paulo, e ordenado em Curitiba, no dia 27/3/1898.

Em janeiro de 1899, na qualidade de "ministro colado", o Rev. José M. Higgins recebe permissão da Assembléia Geral da Igreja para lecionar "em benefício da Igreja e em seu próprio benefício". Foi professor credenciado na disciplinas de Português, Inglês, Grego, Latim e Francês, ocupando a cátedra de mestre nos seguintes educandários locais: Colégio Progresso, Liceu Rio Branco, Colégio Belmiro César, Ginásio Paranaense e Instituto de Educação; participou, também, de bancas examinadoras em concursos para catedráticos da Universidade Federal do Paraná.

No ano de 1900, os Revs. G.A. Landes e G.L. Bickerstaph realizaram atos pastorais em Curitiba, sendo solicitada a transferência da Sra. Landes e seu filho Felipe para a I.P. de Westminster, Wooster, Ohio, EEUU/AN.

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Os Primeiros Oficiais da Igreja

Na Assembléia Geral de 7 de janeiro 1897, foram eleitos os seguintes oficiais da Igreja:

  • Presbíteros: Carlos Augusto Cornelsen, Alberto Barddal e Carlos Pereira de Brito
  • Diáconos: Frederico Primo Reginato, Francisco Vidal da Rocha e Júlio Barddal.

A Construção do Templo

As primeiras obras de construção, iniciadas em 1893, foram uma casa de depósito no material existente.

No ano seguinte, conseguiu-se um empréstimo do Board de Missões Estrangeiras da I.P dos EE.UU. da A.N., pelo prazo de cinco anos, sem juros (mas sob a hipoteca dos bens da Igreja local), e iniciou-se a construção do Templo.

As obras foram iniciadas em fevereiro e, apesar do tempo calamitoso que atravessou, em virtude da revolução federalista e suas conseqüências, continuou-se, quase sem interrupção, embora com pouco pessoal.

Com pequeno número de trabalhadores, sendo adquirido material necessário (os vidros das janelas vieram do Rio de Janeiro), prosseguiram as obras de edificação. O primeiro nome que encabeçava as folhas de pagamento era o do Sr. Francisco Vidal da Rocha, que recebia a "féria" diária de 5$000. Outros nomes de destaque na vida da comunidade também prestaram seus serviços profissionais na construção: os irmãos Barddal (Alberto, Júlio e Ernesto), Frederico Primo Reginato e Simplício Marques Cardoso.

Na fachada do Templo, no vértice superior, uma Bíblia aberta, de mármore branco, com a inscrição: "A Palavra de Deus"; na parede dos fundos, o letreiro, bem visível até hoje, com esta data: "A.D. 1895".

Em janeiro de 1896, a assembléia Geral da Igreja reúne-se "na casa do culto, rua Comendador Araújo", pagando-se apenas meio mês de aluguel do "salão de cultos" (na rua Aquidaban), e fazendo-se o último registro de pagamento de diária dos trabalhadores ligados à construção do Templo.

Biblia

Merece destaque particular a valiosa colaboração financeira do tesoureiro Sr. Carlos Augusto Cornelsen "por sua bondade em adiantar o dinheiro necessário para levar avante a obra do templo até o ponto de podermos ocupá-lo para os cultos".

Na Revista das Missões Nacionais, outubro de 1912, ‚ publicada a fotografia do Templo local, com a referência especial:

"Este edifício‚ o mais bonito dos nossos Templos. Foi construído pelas livres ofertas do povo - ofertas tão liberais que o pastor teve de dizer a diversas famílias que contribuíam para a Igreja o que precisavam em casa. O chefe dos generosos foi o falecido Carlos A. Cornelsen. Mas, além deste nobre crente e obreiro, toda a irmandade recebeu a bênção dos que dão com alegria (2 Cor. 9:7).

A Congregação, porém, era pequena e emprestou 6:000$000 para completar a construção, menos a linda torre que ainda espera um rasgo de fé para o seu remate. O empréstimo foi prontamente pago. A soma total do auxílio prestado pelas igrejas irmãs foi muito pouco.

A todas as congregações, pois, que precisam de casas de oração a mensagem evangélica deste retrato é esta: quem confia em Deus e trabalha com afinco pode conseguir elevar um belo templo.

O letrado no meio da janela é:

"Vinde, adoremos ao Senhor nosso Deus, porque a sua misericórdia é para sempre."

Supervisionou a construção do Templo, até meados de 1895, o Rev. Thomas J. Porter, tendo o arquiteto Neumann acompanhado a execução da obra, recebendo em pagamentos parcelados, nos anos de 1894 e 1895.

O Rev. B.L. Bickerstaph, no dia 19 de janeiro de 1896, realizou o batismo de menores, inclusive o de Jessie, filha do Rev. Landes, e de Elvira, filha de Dinarte de O. Bastos. Foram os primeiros batismos realizados no Templo.

A Igreja adquirira o terreno para o Templo da rua Comendador Araújo a 20 de dezembro de 1890, pela quantia de dois contos de réis (2:000$000), sendo a escritura lavrada no 2º Tabelião, de José Carvalho de Oliveira, Livro 61, fls. 8, e observação feita em 15 de outubro 1904, nº 1.877. O Rev. Porter escreveu:

"Precisamos muito e muito de uma casa de oração em Curitiba. Devido à influência da Escola Americana, do serviço de canto dirigido por Miss Dascomb, e dos bons sermões dos pastores, o número dos adoradores tem aumentado, tanto assim que não cabem mais nas salas que alugamos na rua Aquidaban."

Em janeiro de 1890, o Rev. George A. Landes regressa ao Brasil trazendo em sua companhia um novo missionário. O Rev. Thomas Jackson Porter, ex-missionário na Pérsia, e que virá prestar relevantes serviços à Igreja local, principalmente na construção do seu templo. Eis um registro da chegada dos dois a Curitiba:

"Subiram a serra de Paranaguá que os encantou com seu ‘caleidoscópio’. Landes reinicia seus artigos sobre superstições romanistas; admira-se de os paranaenses crerem pelas aparentes ruínas de Campo Largo tenham passado José e Maria, em sua fuga para o Egito, ou que um tal monge de Tibagi seja aceito como taumaturgo, um autêntico desequilibrado que atrai romeiros até o Estado de São Paulo." (História da I.P.B., J.A.F., pág. 229)

Por resolução da Missão, vieram para Curitiba, no final do ano, com a finalidade de iniciar um colégio, as missionárias Miss Elmira Kuhl e Miss Mary P. Dascomb, notáveis educadoras, com passagem marcante pelas cidades do Rio de Janeiro, Brotas, Botucatu e São Paulo (na Escola Americana, iniciada pela esposa do Rev. Chamberlain, constituindo-se no germe do futuro Instituto Mackenzie). Foram as pioneiras educadoras presbiterianas em Curitiba, fundadoras da Escola Americana local, projetando o seu nome e influência neste Estado, na formação moral e intelectual e notáveis líderes da cultura e política paranaense.

A participação de Miss Dascomb e Miss Kuhl na Igreja Presbiteriana de Curitiba constituiu um dos marcos principais da consolidação e expansão da comunidade presbiteriana, principalmente pelo padrão de vida cristã que testemunharam as gerações que tiveram o privilégio de conviver com estas queridas irmãs.

No dia 7 de setembro de 1890, com dezesseis anos de idade, fez a sua profissão de fé, sendo batizado na ocasião, Ernesto Luiz de Oliveira, nascido na Lapa, PR, que se projetou, mais tarde, no cenário presbiteriano por sua inteligência e capacidade de trabalho; além de professor, pastor (ordenado em 21/7/1901), foi secretário da Agricultura do Estado do Paraná.

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Pioneiros do Presbiterianismo no Paraná

JOSÉ RODRIGUES LAGOS e SEBASTIANA BORGES DE MACEDO foram as primeiras pessoas que fizeram pública profissão de fé, como membros fundadores da Igreja Presbiteriana de Fundão, atual distrito de Piraí do Sul, organizada a vinte e seis de outubro de mil oitocentos e oitenta e quatro (26/10/1884).

A Igreja hoje - Ratificando a trajetória

“Ao 1º dia de julho de 1.888, na sala do culto, ao meio dia, estando presentes o abaixo assinado (Rev. George Anderson Landes) e diversas pessoas reunidas para o culto divino, procedi de receber como membros da igreja as seguintes pessoas”; segue-se então uma lista contendo 78 nomes, onde aparecem os Pugsley, Ferreira, Brito, Oliveira, Souza, Costa, Ribas, Auler, Moraes, de Paula, Barddle, Reis, Samways, Müller, Squires, Boddy, Westley, Gonçalves e Oliveira.

Consta desta ata a promessa e o pacto solene que fizeram estes pioneiros, na dependência do poder de Deus, como igreja organizada, de conservar a pureza e harmonia de toda a corporação.

Somos herdeiros desta rica tradição e, passados 119 anos, vivendo num mundo de constantes transformações, buscamos a modernização, sem abrir mão dos fundamentos de nossa fé. Este é o desafio: ser atual e relevante, sem descambar para o fugaz e inconsistente.

Começando por esta galeria de fundadores, mais de 8000 almas inscreveram o seu nome na história de nossa Igreja, ao longo de mais de um século. Presentemente, somos mais de 2200 membros que testemunham a Cristo, servindo a Deus e ao próximo.

Temos uma visão abrangente do ministério, procurando realizar a missão integral. Um esforço muito grande tem sido feito pela Igreja Presbiteriana do Brasil para conscientizar sínodos, presbitérios e igrejas locais quanto à necessidade de que a igreja expresse o Evangelho, também, através da ação social e da educação, ao lado da evangelização. A Igreja Presbiteriana de Curitiba nasceu com esta marca, tornando-se um paradigma para outras comunidades, desde as mais próximas até as mais distantes, não só presbiterianas, como evangélicas em geral.

A atenção às crianças, por meio do Lar Hermínia Scheleder, do Centro Educacional Miriam, da Escola João Lupion Filho. A preocupação com a cultura e a música encontram no Laudate, escola de referência, a sua melhor expressão.

A história da IPC sempre foi marcada pelo interesse no ser humano. Das inúmeras campanhas que promoveu e colaborou, destaca-se a organização da Sociedade Evangélica Beneficente - SEB, mantenedora do Hospital Evangélico, o maior hospital particular do Estado.

Nossa Igreja sempre esteve preocupada em forjar em seus membros o caráter de Cristo, remetendo-os à sociedade como luz do mundo e sal da terra. Quer nas destacadas funções públicas, quer nas profissões mais modestas, os presbiterianos sempre foram referência de confiabilidade e esperança.

            Nossa Igreja sempre se constituiu em plantadora de novas igrejas e procurou dar sua parcela de contribuição na evangelização mundial. Os desafios que nos são apresentados clamam para que confirmemos nossa história, assumindo com vigor o nosso papel na evangelização dos povos.

Rev. Juarez Marcondes Filho


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Gabinete Pastoral: das 9h às 17h
Secretaria da igreja: das 7h às 19h

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Culto às 19h no Espaço de Adoração

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